A metafísica de aristóteles

1550 palavras 7 páginas
Resumo do Livro A da Metafísica de Aristóteles

No inicio do livro I da metafísica de Aristóteles diz que: “Todos os homens, por natureza, tendem ao saber” (p.03), é a razão que me faz conhecer. Nisso ele nos mostra a seguir que o conhecimento dar-se pelas sensações, dentre elas a mais é a visão, com esta aprendemos melhor que qualquer outra. Os animais têm sensações, porém poucos têm a memória e estes que têm são capazes de serem domados (capazes de apreender). A memória recorda a experiência, o homem vive de experiência, da arte e do raciocínio, nas palavras do filósofo: “a experiência parece um pouco semelhante à ciência e à arte” (p. 03). Isso quer dizer que é necessário a experiência para conseguirmos chegar a determinados pontos
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Alcméon de Crotona diz: “as múltiplas coisas humanos, em sua maioria, formam pares contrários” (p. 29). Os elementos do contrários, os pitagóricos vão atribuir como parte imanentes. Parmênides diz que não há movimento (o Um segundo a formar (limitado)), mas Melisso que existe movimento (o Um segundo a forma (ilimitado)) e Xenófanes que o Um é Deus. Sendo que Aristóteles para essa pesquisa rejeita as definições de Melisso e Xenófanes. Parmênides relata que existe i ser (quente) e o não-ser (frio), o ser é um e nada mais.
Platão, seguidor de Sócrates, também observa os heraclítianos. Sócrates (questões éticas) e Heráclito (natureza), Platão acredita que “as definições se referissem a outras realidades e não às realidades sensíveis”, por estas estarem em constantes mudanças. As primeiras realidades ele as chama de Ideias, então ele somente muda o de imitação dos pitagóricos para participação das formas (essências). Platão põe “como elemento material das Formas ele punha o grande e o pequeno, e como causa formal o Um” (p. 37). Platão se aproxima dos pitagóricos “quando afirma que o um é substância e não algo diferente daquilo a que se predica” (p. 37) e como eles “considera os números como causa da substância das outras coisas” (p 37). Platão põe o Um e os números fora das coisas e também as noções, sendo que os pitagóricos conhecem a dialética. Dos números s derivam outros, exceto os primeiros números, derivam da matéria, enquanto da Forma deveria derivar uma única

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