Hugo munsterberg

2166 palavras 9 páginas
Aluna: Sandra Marina Ribeiro Carneiro Curso: Vídeo e Cinema Documental

Nº: 80333 Ano Lectivo: 2012/2013

Trabalho Desenvolvido no âmbito de Teoria Cinematográfica As Principais Teorias do Cinema – Capítulo 1 – Hugo Munsterberg

The Photoplay: A Psychological Study, escrito em 1916 por Hugo Munsterberg, foi a primeira e a mais directa teoria do cinema. Este afirma que só assistiu filmes num período de dez meses antes de escrever o livro o que levou com que o seu legado fosse restrito. Para superar, pesquisou o cinema e estudou a sua história. Estava, no entanto, interessado em discutir os filmes históricos de 1915 aos quais assistiu diariamente. O livro divide-se entre a estética e a psicologia do cinema, duas áreas em que este era
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Do mesmo modo, o filme é um registo organizado do modo como a mente cria uma realidade significativa. Num nível ainda mais elevado, Munsterberg confronta as operações mentais da memória e imaginação que superam a simples atenção para dar a esse mundo um sentido, um impacto, uma direcção pessoal. No mais alto nível mental estão as emoções, que Munsterberg considera os eventos mentais completos. Assim, ao elaborar a sua hierarquia psicológica, Munsterberg indicou os análogos materiais do cinema relacionados a cada estágio mental. Este afirma: “Registar emoções deve ser o objectivo central da peça cinematográfica”. Como os materiais do cinema são os recursos da mente, a forma do cinema deve espelhar os acontecimentos mentais, isto é, as emoções. O cinema não e o veículo do mundo, mas da mente. A sua base não reside na tecnologia, mas na vida mental.

Munsterberg achava que a cor e o som demonstrariam ser mais do que supérfluos para a experiencia cinemática. Eles são desenvolvimentos técnicos que não activam um novo nível mental. Para ele, a tecnologia de 1915 já servia de modo ideal para moldar as maiores obras de arte de que o cinema seria capaz e para realçar nossas vidas, em consequência preenchendo inteiramente os objectivos da arte. Forma e Função No início da segunda parte do seu livro é-nos entregue a estética kantiana. Para ele, a experiência de se deixar levar por uma

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