STAM E KCAM

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Caso STAM e KCAM – A crise da marcação a mercado

1. Por que é importante certificar-se de que todos saibam qual o potencial efeito de não marcação a mercado em fundos de investimento?

Porque quando não se conhece o potencial efeito de não marcação a mercado também não se conhece o potencial efeito de transferência de riqueza. O que isto significa? Quando um título não é marcado a mercado significa que ele é contabilizado pelo seu valor de aquisição corrigida pelos índices acordados no momento de aquisição do título. Quando esta maneira de contabilização acontece, o valor da cota não reflete o valor real do título. Se houver um resgate, o cotista que está resgatando poderá ter sua cota de saída sub ou super valorizada, o que pode gerar um lucro ou prejuízo para o investidor que está resgatando e um prejuízo ou lucro para o cotista que permanece no fundo.

2. Formular as alternativas para o curso de ação de cada uma das empresas.

No caso da KCAM duas alternativas foram levantadas após a entrada em vigor da Circular. A primeira alternativa, observada pelo Diretor Jurídico seria marcar diariamente os títulos a mercado conforme a metodologia do artigo 3º. da Circular 3086. A segunda alternativa, posição defendida pelo Risk Officer, embasada no artigo 5º. da mesma circular, aonde, para as operações de hedge ou que possibilitem a prefixação das rendas, o ajuste pode ser feito pelo pro rata dia útil.

Como a STCAM já marcava a mercado seus fundos ele poderia continuar.

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