resenha crítica de Wilson Paroschi

2005 palavras 9 páginas
RESENHA POR ALMIR DE SOUZA CRUZ

CRÍTICA TEXTUAL DO NOVO TESTAMENTO
WILSON PAROSCHI

Wilson Paroschi é um Teólogo brasileiro especializado em Crítica Textual (CT), doutor em Teologia pela Andrews University, USA com especialização em Novo Testamento, é professor de Grego, Hermenêutica e Interpretação do Novo Testamento no Centro Unirsitário Adventista de São Paulo. Em 2010, realizou estudos pós-doutorais no Centro de Pesquisa para a Teologia Internacional e Interdisciplinar da Universidade de Heidelberg, Alemanha.
Esta obra foi publicada pelas “Edições
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As cópias manuscritas do Novo Testamento foram a princípio preparadas em escrita uncial e, até o século IV, predominantemente em papiros. São conhecidos e catalogados 96 papiros, a maioria representando fragmentos de códices. As antigas versões surgiram em decorrência da expansão do cristianismo em regiões onde vários grupos étnicos não dominavam a língua grega universal. As mais antigas e importantes são a Siríaca, a Latina e a Copta.
O autor destaca que as versões só devem ser usadas com muita cautela como testemunhas do texto grego, em razão das limitações que mesmo as mais antigas apresentam. O terceiro e último grupo de documentos são as citações encontradas nos comentários, sermões, cartas e outros trabalhos dos antigos escritores cristãos, chamados pais da igreja, especialmente os situados até os séculos IV e V. A dificuldade destas citações é que muitas delas foram feitas de memória, pelo são inexatas, sobretudo as mais breves. Eles são Agostinho, Ambrósio, Basílio, Cipriano, Clemente...
No terceiro capítulo – A História do Texto Escrito, o autor chama de “o âmago do problema textual do NT”, e isto se dá pelo fato de ser neste ponto em que se tenta explicar o surgimento das primeiras divergências nos textos e quais as influências que essas divergências tiveram na transmissão do texto. E, quanto mais bem definidos

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