ética de Kant

1630 palavras 7 páginas
UNIVERSIDADE ESTADUAL VALE DO ACARAÚ-UVA
CURSO DE FILOSOFIA
HISTÓRIA DA FILOSOFIA CONTEMPORÂNEA I
PROFESSOR: ALEXANDRE
ALUNO: JOSÉ ELTONDION DE VASCONCELOS

A ÉTICA DE KANT

Sobral
2009

INTRODUÇÃO

Immanuel Kant (1724-1804), filósofo alemão do século XVIII, é um dos mais importantes pensadores da modernidade, quando entra na Filosofia fundando um novo jeito de pensar a ética. Antes, a ética era entendida do ponto de vista da teleologia, isto é, do fim em si mesmo e esse fim era o Bem almejado pelo ser, resultando numa perfeição, na máxima virtude, daí o termo tradicional ética da virtude, onde todo ser dotado de razão aspira esse Bem. Kant parte do princípio deontológico para fundamentar a sua ética. No princípio deontológico, as ações de qualquer ser dotado de razão são pautadas por pleno exercício do dever, da obrigação. O sentimento de boa vontade fica implícito a esse dever puro. Nesse sentido Kant faz uma ruptura com ética da Virtude para uma ética do Dever, uma ética normativa. Para desenvolver essa ética, Kant utiliza o método analítico, isto é, parte de algo dado para chegar um princípio de universalização da ação de qualquer ser dotado de razão. O imperativo categórico é o grande fundamentador dessa eticidade, é através dele que garantimos a absolutidade da ação, ou seja, quando agimos por dever, livre de inclinações sensíveis, nossa máxima poderá ser utilizada para qualquer ser racional

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