A educação em Angola depois da independência

2516 palavras 11 páginas
REPÚBLICA DE ANGOLA
INSTITUTO SUPERIOR POLITÉCNICO MARAVILHA
POLO DO CUBAL

TRABALHO INVESTIGATIVO DE HISTÓRIA DE EDUCAÇÃO

GRUPO Nº: III
TURNO: NOITE
CURSO: PEDAGOGIA

TEMA:
A EDUCAÇÃO EM ANGOLA APÓS A INDEPENDÊNCIA (1975 À 2001)

E L E M E N T O S DO G R U P O
Nº/0rd
NOMES DOS ESTUDANTES
FUNÇÃO
01
João Miguel Quintas
Presidente
02
José Gando Tchyo Nahenda
Secretário
03
Hirondina Monteiro Kawe
Moderadora
04
Edeltrudes Augusta Loneque
Membro
05
Isabel dos Santos Castelo Branco
Membro
06
João Andrade Pako
Membro
07
Tiago Maricano
Membro
08
Miguel Tchimuku
Membro
09
Luciano Tchikete
Membro
10
Benvinda Afonso Isabel
Membro
11
Maria Rosa Abel
Membro

CUBAL, ABRIL DE 2013
O PROFESSOR
…exibir mais conteúdo…
Não foi possível manter estes indicadores, pois que o país, apesar de independente continuou a guerra com acções armadas, cujas consequências se faziam sentir principalmente nas zonas rurais. Efeitos profundamente nocivos reflectiram-se nas infra-estruturas escolares. Inúmeras escolas foram destruídas.

Em 1986, foi efectuado pelo ministro da educação um diagnóstico do sistema de educação que permitiram fazer um levantamento e auscultação das debilidades e necessidades do sistema.

Com base nesse diagnóstico, chegou-se à conclusão da necessidade de uma nova reforma educativa e foi possível então, traçar as linhas gerais para a mesma.

Em 1990, Angola abandona o sistema monopartidário e envereda para o sistema político multipartidário, o que acarretou mudanças na política educativa. A guerra em Angola foi uma constante desestabilizadora e provocadora de um empobrecimento cada vez maior do Estado, das populações e de já escassa rede escolar. Grandes fluxos de população dirigiram-se para as cidades consideradas mais seguras, o que aumentou a já grande concentração de população nas capitais de certas províncias, nomeadamente, Lubango, Benguela, e principalmente Luanda.

Assim, mais de metade da população escolar distribui-se pelas províncias de Luanda (30%), Benguela (11,4%) e Huíla (13%).

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