A importância do design para a história da arte

1557 palavras 7 páginas
A Importância do Design para a História da Arte;

1. A Arte junto à escrita Tipográfica.
“Tipografia é a impressão dos tipos. Tipologia é o estudo da formação dos tipos aumenta cada dia. Tipografia ficou popularizada e está presente deis do inicio, quando foi inventada a escrita.”
Conforme Heller, citado por FARIAS (2001, pág 31), contrastava o que chamou de “design feio” com as qualidades clássicas de equilíbrio e harmonia, acusando as escolas de Design de difundir suas ideias experimentais pelo mundo, onde elas teriam sido reduzidas a um estilo sem substância, resultando em uma avalanche de mensagens confusas e ambíguas. Ainda, a polêmica em torno das novas tipografias passou então a girar em torno das questões da legibilidade e
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DONIS pag. 74; 75).

2. As Técnicas obtidas e Ornamentação.
Requinte estava nas obras mais puras Renascentistas, sua expressão única, que chegava a tal ponto de parecer real, nesse mesmo tempo foram que surgiram as Técnicas clássicas de construção de peças gráficas, tais como: Harmonia, Simplicidade, Exatidão, simetria, Agudeza, Monocromatismo, Profundidade, Estabilidade, Estase e Unidade; Essas técnicas já existiam, mas nessa parte da história a busca continua dos renascentistas, definiu todas elas, muito bem demonstradas e suas obras.
Esses fatos só ocorreram por fuga do artista dos padrões antigos, já que antigamente ele era visto como um sapateiro, ou um alfaiate, que estava a serviço de algum Rei, Igreja, Nobre. Essa fuga dos padrões fez com que abríssemos os olhos para as técnicas que eles desenvolveram naquela época e são utilizadas até hoje, sem perder o valor nenhum.
Baseado nos fundamentos e as teses de E. H. GOMBRICH no livro, A História da Arte. As vivências e tudo o que a Arte proporcionou, foi na realidade um grande impulso para o modo que trabalhamos o Design Atualmente. A partir das perspectivas e das visões futuristas observadas em todos os períodos, procura-se um encontro entre arte e necessidade deixando de ser uma coisa efêmera e sendo que foram sendo traduzidas ao longo do tempo de forma à ampliação às técnicas que iam vir a ser usadas.
O Artista deixa de ser um artífice entre artífices, pronto a executar

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