ANGIOSPERMAS TREPADEIRAS, EPÍFITAS E PARASITAS DA MATA DO BURAQUINHO, JOÃO PESSOA, PARAÍBA.

3731 palavras 15 páginas
Revista Nordestina de Biologia 21(1):81-92
Vol. 21(1), 2012

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31.XII.2012

ANGIOSPERMAS TREPADEIRAS, EPÍFITAS E PARASITAS DA MATA DO
BURAQUINHO, JOÃO PESSOA, PARAÍBA
Pedro da Costa Gadelha Neto1 pcgn@terra.com.br Maria Regina de V. Barbosa2 mregina@dse.ufpb.br 1
2

Jardim Botânico Benjamim Maranhão, Mata do Buraquinho, Torre, João Pessoa, PB.
Departamento de Sistemática e Ecologia, Universidade Federal da Paraíba, João
Pessoa, PB.

RESUMO
Angiospermas trepadeiras, epífitas e parasitas da Mata do Buraquinho,
João Pessoa, Paraíba. Realizou-se o levantamento florístico das angiospermas epífitas, trepadeiras e parasitas presentes na Mata do Buraquinho através de coletas aleatórias percorrendo toda a mata, durante o
…exibir mais conteúdo…
Os poucos trabalhos florísticos realizados na área (ANDRADE-LIMA e ROCHA, 1971;
BARBOSA, 1996, 2008) enfocaram principalmente o componente arbustivoarbóreo. Dessa forma, este estudo teve por objetivo ampliar o conhecimento florístico da área, acrescentando informações sobre as trepadeiras, epífitas e parasitas presentes na Mata do Buraquinho.
MATERIAL E MÉTODOS
Área de Estudo - A Mata do Buraquinho, uma das áreas mais representativas de Floresta Atlântica no estado da Paraíba, compreende um fragmento florestal de aproximadamente 515 ha, localizado a sudoeste do centro urbano do Município de João Pessoa, no litoral da Paraíba, na Formação Geológica do Baixo
Planalto Costeiro, Grande Grupo Barreiras.
Trata-se de uma floresta estacional semidecidual, senso VELOSO (1992)

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ou ainda, segundo ANDRADE-LIMA e ROCHA (1971), uma floresta pluvial costeira nordestino- brasileira, possuindo ainda trechos bem preservados, embora incêndios esporádicos e a retirada de madeira tenham alterado, em parte, a estrutura da floresta (BARBOSA, 1996).
Formas de vida – Foram consideradas trepadeiras as plantas herbáceas ou lenhosas que necessitam de um suporte para o seu desenvolvimento, mas que mantém contato permanente com o solo (UDULUTSCH et al., 2004). No caso das plantas epifíticas, foram consideradas como epífitas verdadeiras aquelas que mantêm o hábito epifítico durante todo seu

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