Análise da influência da temperatura de superaquecimento na formação de rechupe em alumínio puro

1896 palavras 8 páginas
ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DA TEMPERATURA DE SUPERAQUECIMENTO NA FORMAÇÃO DE RECHUPE EM ALUMÍNIO PURO

Diego Montero, Jhonatan Gemeli e Luana Bavaresco Rossari

O presente trabalho buscou estudar o comportamento de uma liga de alumínio durante a solidificação. Ao utilizar moldes, obtiveram-se amostras da liga fundida com várias temperaturas de vazamento, desse modo analisou-se a influência deste parâmetro na solidificação. Através das amostras, possibilitou-se o estudo do coeficiente de contração volumétrica e sua relação com a temperatura de superaquecimento.

1. Introdução Teórica

A fundição é o processo de vazamento de metal fundido em moldes e seu resfriamento através da troca de calor, resultando na solidificação desse na forma
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3. Apresentação e Discussão dos Resultados

As massas medidas apenas dos corpos de prova, e a diferença deste resultado com a medida feita após a cavidade de rechupe ser preenchida com álcool forneceu os seguintes resultados:

Tabela I: massa dos corpos de prova e dos rechupes Temperatura (°C) | Massa do corpo (Alumínio) [g] | Massa do rechupe (Alcool) [g] | 670 | 252,49 | 2,06 | | 245,49 | 1,62 | | 241,54 | 1,67 | | 259,15 | 1,7 | 675 | 267,57 | 1,72 | | 210,17 | 1,93 | | 265 | 1,59 | | 262,05 | 1,45 | 680 | 254,41 | 1,56 | | 260,44 | 1,65 | | 253,58 | 1,68 | | 246,34 | 1,51 | 685 | 226,35 | 1,78 | | 264,51 | 1,87 | | 225,45 | 1,23 | | 249,65 | 1,79 | 710 | 231,17 | 1,56 | | 261,4 | 1,25 | | 274,5 | 1,28 | | 283,91 | 1,52 | 715 | 273,87 | 0,83 | | 248,48 | 1,31 | | 264,31 | 1,28 | | 269,67 | 2,23 | 720 | 284,21 | 1,78 | | 229,41 | 1,86 | | 264,3 | 2,05 | | 278,31 | 1,37 | Tabela I (continuação): massa dos corpos de prova e dos rechupes 725 | 232,76 | 1,62 | | 226,3 | 1,69 | | 226,33 | 2,02 | | 237,93 | 1,52 | 750 | 254,74 | 2,47 | | 265,27 | 1,83 | | 259,57 | 1,42 | | 230,46 | 1,49 | 755 | 239,96 | 1,83 | | 220,47 | 1,3

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