Análise funcional do filme o príncipe das marés

1514 palavras 7 páginas
ANÁLISE COMPORTAMENTAL

FILME – O PRÍNCIPE DAS MARÉS

Personagem analisado: Tom Wingo

A personagem escolhida para análise funcional é Tom Wingo, sexo masculino, de meia idade, casado, professor e técnico de futebol americano desempregado. Pai de três filhas, sem nenhuma queixa particular, procurou a psiquiatra que atende sua irmã , a pedido de sua mãe, com a intenção de poder ajudá-la. Sua irmã interrompeu tragicamente, o tratamento psiquiátrico e psicoterapêutico, ao tentar cometer suicídio, estando internada em estado grave no hospital.

A linguagem coloquial tem um rico vocabulário para falar do comportamento com suas conseqüências. Não usamos apenas a palavra intenção, mas inúmeros outros
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109).

Para Sidman (2009), tanto lugares quanto pessoas podem tornar-se eles próprios os reforçadores negativos, quando há experiência anterior, o ambiente também se tornará coercitivo, no comportamento de reforçamento negativo ou punição, que são relacionados.

Diante da situação de estupro sofrido por Tom, sua irmã gêmea e sua mãe, esta solicitou que o fato fosse “apagado” e “limpo”, de sua casa e de suas conversas, o assunto não poderia ser comentado.

A relação das circunstâncias com a probabilidade do comportamento verbal é uma relação de controle de estímulo, e não de eliciação. Não existe uma correspondência estrita, ponto a ponto, entre um estímulo discriminativo e uma atividade verbal, como pode existir entre uma batida no joelho e um salto da perna. Os estímulos discriminativos apenas modulam e tornam prováveis certas instâncias de atividades verbais. (Baum, 2006, p. 148, 149).

Em Sidman (2003), a coerção é a situação ao indivíduo ser compelido a fazer algo que não queira, mas o comportamento é controlado e, nesse sentido, o jugo ou ameaça podem se referir a classes de conseqüências, reais ou potenciais, que controlam o comportamento.

O pai de Tom não permitia que seus filhos homens chorassem. Este comportamento é mantido por regras, que é o comportamento controlado pelo enunciado de uma regra e podem influenciar efeitos de ação indireta dos reforçadores. (Martin e Pear, 2009). Tom também

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