Avaliação do software volare como instrumento orçamentário para construção civil

5584 palavras 23 páginas
FACULDADE PITÁGORAS DE LINHARES
CURSO DE ENGENHARIA CIVIL

CRISTIANO ROSA PEREIRA
DIANA MONEQUI ZOCATELLI
HANNA BARBOSA LEAL
JULIETI APARECIDA DA SILVA
SAULO SANTOS MARTINS
THIAGO BUZATO

AVALIAÇÃO DO SOFTWARE VOLARE COMO INSTRUMENTO ORÇAMENTÁRIO PARA CONSTRUÇÃO CIVIL

LINHARES
2011
CRISTIANO ROSA PEREIRA
DIANA MONEQUI ZOCATELLI
HANNA BARBOSA LEAL
JULIETI APARECIDA DA SILVA
SAULO SANTOS MARTINS
THIAGO BUZATO

AVALIAÇÃO DO SOFTWARE VOLARE COMO INSTRUMENTO
ORÇAMENTÁRIO PARA CONSTRUÇÃO CIVIL

Trabalho integrado no formato de pesquisa científica apresentado à coordenação do Curso de Engenharia Civil da Faculdade Pitágoras de Linhares, como requisito para composição da nota final do semestre corrente.
Orientador: Prof.
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O capitulo 1 desta pesquisa consiste em consultar a bibliografia a respeito do tema, como a historia do orçamento e os diversos processos orçamentários. No capitulo 2 é explicado a estrutura do software VOLARE, seus módulos e relatórios. E, por fim, no capitulo 3 é apresentado um estudo de caso junto à empresa SOLIDUS SERVIÇOS E CONSTRUÇÕES LTDA situada na cidade de Linhares-ES, através de entrevistas presenciais com pessoas responsáveis pela elaboração de orçamentos na empresa, onde na ocasião também será elaborado um orçamento real do projeto arquitetônico de uma obra de drenagem pluvial em seguida será apresentado as considerações finais.
2 A ORIGEM E DEFINIÇÕES DO ORÇAMENTO

As origens do orçamento datam da Idade Média (395 – 1453). Pelo fato do homem na antiguidade precisar fazer previsões para estocar comida durante o inverno, foram então desenvolvidas as primeiras práticas orçamentárias. A palavra orçamento deve-se aos antigos romanos, que nessa época havia a coleta de impostos onde era utilizada para as bolsas de tesouraria e os funcionários que a usavam (UEL, 2007).

Por causa da revolta do povo simples e barões contra a cobrança de impostos de forma autoritária, o Rei João Sem Terra ficando forçado pelas circunstâncias tomou a decisão de assinar a Carta Magna, em 1215. Onde a Carta tem como principio não poder haver impostos sem representação (UEL, 2007).

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