Código brasileiro de ética e conduta para a prática de “benchmarking”

943 palavras 4 páginas
Código Brasileiro de Ética e Conduta para a Prática de “Benchmarking”

O “benchmarking”, como processo de identificação e aprendizagem das melhores práticas existentes no mundo, constitui-se numa poderosa ferramenta para melhoria de diversos processos encontrados nas organizações. O presente código, emitido pelo INDE, visa orientar as ações e desenvolver o profissionalismo e a eficácia deste processo no Brasil.
O comprometimento dos participantes em qualquer processo de “benchmarking” com os princípios deste código contribuirá para que a prática de “benchmarking” seja ética, eficiente e eficaz para todas as partes envolvidas.
Os profissionais participantes dos processos de “benchmarking”, bem como as organizações que representam, se
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2.4 A prática de engenharia reversa ou desmonte será considerada aceitável, somente nos casos em que o produto ou serviço em questão venha a ser obtido de forma legal, e reconhecidamente de um lote ou prática comum.
2.5 Em grupos de empresas, os participantes deverão abordar, como enfoque principal, informações específicas de suas próprias organizações.

3. PRINCÍPIOS DA CONFIDENCIALIDADE
3.1 Trate o intercâmbio por meio de “benchmarking” como algo, em princípio, restrito aos profissionais e às organizações integrantes do grupo constituído. As informações compartilhadas não devem ser repassadas para fora das fronteiras do grupo, a menos que haja prévio consentimento neste sentido, por escrito.
3.2 A participação de uma organização em um processo de “benchmarking” deve ser tratada de forma confidencial, não devendo ser divulgada fora do âmbito de atuação das próprias empresas do grupo, a menos que exista prévia autorização, por escrito, neste sentido.

4. PRINCÍPIOS DO USO
4.1 Use as informações obtidas por meio de “benchmarking” somente com a finalidade de introduzir melhorias nas operações ou processos de suas organizações.
4.2 O uso ou a divulgação de dados e práticas adotadas pelas organizações participantes de um processo de “benchmarking” exigem a prévia permissão das mesmas por escrito.

5. PRINCÍPIOS DO CONTATO EM BENCHMARKING
5.1 Sempre que possível, os contatos de “benchmarking” com outra organização devem ser

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