Caso dora - freud

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Sintoma, Sonho e Transferência no Caso Dora A clínica psicanalítica propõe, em um plano discursivo, emergir o conflito inconsciente apresentando outra resolução para este. Dispondo das livres associações e das interpretações de sonhos como instrumento, o analista tem como função a escuta, a identificação das resistências (para, assim, poder ultrapassá-las) e a manutenção do trabalho de análise. Em o caso Dora, Freud depara-se com uma paciente que abandona a análise sem comunicar o analista, o que o fez refletir sobre as possíveis causas disso que podemos considerar um sintoma. Sintoma, de acordo com Freud (1989), “significa a representação – a realização – de uma fantasia de conteúdo sexual, isto é, uma situação sexual. Melhor dizendo, …exibir mais conteúdo…
K. Posteriormente, Dora confirma à Freud que, quando criança, já havia passado pela situação de molhar a cama tendo, inclusive, passado por um médico e apresentado sintomas.
Quanto ao segundo sonho de Dora, Freud afirma que não pode tornar tão transparente quanto o primeiro, porém faz dele algumas interpretações. A mais clara

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