Conceito de morte e a terminalidade da vida

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Conceito de morte e a terminalidade da vida O conceito de morte é um polêmico assunto e de tal derivam diversas vertentes. De uma forma mais sintética a morte define o término da vida de um organismo, o grande viés vem de como determinar o ponto em que podemos afirmar que ocorreu tal fim. Durante muito tempo a morte foi definida como parada cardíaca e respiratória, porém, com o desenvolvimento da ressuscitação cardiopulmonar e da desfibrilação o conceito da falência foi abalado criando um dilema. No Brasil o diagnóstico de morte é definido pela resolução 1.480/97 do Conselho Federal de Medicina, que não define um conceito para morte e sim como agir com ela. Um olhar cético da situação designaria a morte como o cessar da consciência …exibir mais conteúdo…
A abertura da decisão prévia do paciente em decidir quando estará morto abre um campo de grandes discussões atualmente em pauta. Tal ato não parte apenas do doente, mas, também de sua família das reações deles e da permissividade em deixar que exerçam procedimentos para acabar com a dor do paciente e, por conseguinte com sua vida. Basicamente são quatro as resoluções polêmicas quando um paciente esta na chamada terminalidade da vida (certeza de morte e impossibilidade de tratamento curativo), Eutanásia, Ortotanásia, Suicídio Assistido e Distanásia.
Eutanásia: Palavra vinda do grego podendo ser traduzida como “morte boa” ou “morte apropriada”, foi proposta pelo filósofo Francis Bacon como melhor tratamento para doenças incuráveis. Consiste basicamente no próprio doente retirar sua vida, ainda que disponha da ajuda de terceiros, para evitar sofrimento por tratamentos dolorosos ou muito longos. Pode ser classificada em ativa, quando algo é feito para causar a morte, ou passiva, quando a omissão de um tratamento causa a morte, estas definições não tem grande diferenças senão no campo bioético. Vai contra a tradição hipocrática dos médicos de defender a vida e foi considerada inadequada eticamente pela Associação Mundial de Medicina em 1987, através da Declaração de Madrid. No Brasil não é legalizada, mas, há artigos que de certa formam a apóiam,

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