Crítica: “apologia de sócrates”

1295 palavras 6 páginas
“APOLOGIA DE SÓCRATES”
Por Platão

Resumo do texto:
A história de Sócrates, na obra, começa com a sua defesa advertindo que dirá unicamente a verdade e, ao mesmo tempo, afirmando que seus acusadores nada disseram de verdadeiro, embora tenham sido tão convincentes, que quase fizeram o próprio Sócrates crer que era culpado pelo que não fez. Demarca-se aqui a contraposição entre a sofística e a filosofia: Sócrates, representante maior desta na obra platônica, alega que, apesar de não ter a experiência de falar em tribunais e não dominar a retórica própria deste ambiente, pronunciará exclusivamente a verdade, sua preocupação como filósofo; seus denunciadores, ao contrário, não teriam compromisso com ela, mas apenas com a persuasão, para
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Sócrates era conhecido como homem douto, especulador das coisas celestes e investigador das subterrâneas e que torna mais forte a razão mais fraca. Os seus principais acusadores eram: Meleto, Ânito e Lícon.

O texto é dividido em três partes. São elas: a defesa, a condenação e a despedida do tribunal. Durante todo o tempo, Sócrates foi o responsável pela sua defesa.

Sócrates dialoga com Meleto, um de seus acusadores, deixando-o confuso e em contradição. Ele procurava um

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