Estudo de caso de paciente em pós-operatório de craniotomia para drenagem de hematoma intracerebral por ave hemorrágico

4362 palavras 18 páginas
UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO
CAMPUS UNIVERSITARIO DE RONDONÓPOLIS
INSTITUTO DE CIENCIAS EXATAS E NATURAIS
CURSO DE ENFERMAGEM

ESTUDO DE CASO DE PACIENTE HIPERTENSO VITIMA DE ACIDENTE VASCULAR ENCEFÁLICO HEMORRÁGICO.

RONDONÓPOLIS-MT
2011

JOICE ALVES PEREIRA

ESTUDO DE CASO DE PACIENTE EM PÓS-OPERATÓRIO DE CRANIOTOMIA PARA DRENAGEM DE HEMATOMA INTRACEREBRAL POR AVE HEMORRÁGICO.

Estudo de caso apresentado aos Docentes: Prof.ª Tatiana R. Rotta, Prof.º Rodrigo Machado da Silva e Magda Matos como parte da avaliação da disciplina de UTI, Urgência e Emergência do curso de Graduação de Enfermagem da Universidade Federal do Mato Grosso – Campus de Rondonópolis.

Docentes:
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Neste caso, fala-se de Enfarte Cerebral” (PEREIRA, 2004).
Em se tratando do AVC hemorrágico, ocorre pela ruptura de um vaso do cérebro causando extravasamento de sangue. O sangue em contato com o parênquima nervoso tem ação irritativa. Além disso, a inflamação e o efeito de massa ou pressão exercida pelo coágulo de sangue no tecido nervoso prejudicam e degeneram o cérebro e a função cerebral. Segundo Martins (2002), o AVC hemorrágico pode ser dividido em dois tipos: o sangramento intraparênquimatoso, que ocorre por ruptura dos aneurismas, os quais se formam pela hipertensão arterial descontrolada ou não tratada; e a hemorragia subaracnóidea, que ocorre por sangramento de aneurismas cerebrais no espaço licórico ou subaracnóideo, provavelmente de origem congênita.
Conforme Barros (1991) dentre as doenças crônico-degenerativas, as cerebrovasculares constituem a terceira causa de morte no mundo, precedida pelas cardiopatias em geral e o câncer. “O Acidente Vascular Cerebral (AVC) - isquêmico ou hemorrágico transitório ou definitivo – é a doença cerebrovascular que apresenta maior incidência, tem maior morbidade e resulta em incapacidades” (BARROS, 1991).
Os fatores considerados de risco para o derrame citados por Smeltzer e Bare (2000) são: hipertensão, cardiopatias, colesterol elevado, obesidade, hematócrito elevado, diabetes mellitus, contraceptivos orais, tabagismo, abuso de drogas, consumo de bebidas alcoólicas, história familiar

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