História dos métodos de Alfabetização no Brasil

1867 palavras 8 páginas
História dos métodos de Alfabetização no Brasil

O presente texto de Maria Rosário Longo Mortatti trata – se de uma síntese dos resultados de pesquisa a respeito do Ensino da língua, da literatura no Brasil e também do Ensino da leitura e escrita nas séries iniciais, destacando a dificuldade das crianças de escolas públicas em aprender a ler e a escrever. Problemas de auxiliar novos alunos a entrarem na cultura letrada, disputas em torno dos métodos de alfabetização, tematização, normatização e concretizações como prática educativa como objeto de estudo e pesquisa.
A partir desses problemas ela busca iniciativas educacionais para métodos de alfabetização e o início de um processo sistemático de escolarização das práticas de leitura e
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E assim se ensinava a ler palavras formadas com letras, sons e sílabas e por fim frases isoladas ou agrupadas. Quanto à escrita se era o ensino de cópias, ditados, formação de frases e desenho correto das letras.
A autora faz uma citação sobre as primeiras cartilhas brasileiras produzidas nos métodos de marcha sintética (de soletração, fônico e de silabação) no final do século XIX, onde circularam por muitas décadas.
Em 1876 a mesma elegeu uma data como marco inicial do primeiro momento crucial nessa história, foi publicado em Portugal “Cartilha Maternal ou Arte da Leitura, Escrita por João de Deus, a partir daí deu origem ao método João de Deus.
Diferente dos métodos já existentes, esse método João de Deus se baseava nos princípios da moderna linguística da época e tinha por objetivo o início do ensino da leitura pela palavra, para depois avalia – la a partir dos valores fonéticos.
Esse 1º momento se estende até a década de 1890, onde a uma disputa entre esse método e o método sintético, e com isso funda-se uma nova tradição: como ensinar metodicamente, relacionado com o que ensinar.
No 2º momento – A institucionalização do método analítico, relata –se que em 1890 começaram a aparecer mudanças nas escolas e em seus sistemas de ensino para melhorar a qualidade do mesmo, optando por um método de ensino analítico, onde os seus resultados eram lentos, mas obtinham uma nova concepção. Os profissionais da época tinham

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