Lendas acreanas e ciclo da borracha no acre

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Lendas Acreanas

As principais lendas do folclore acreano são: mapinguari, a cobra grande, o caipora, o boto e a rasga mortalha.
Mapinguari
O mapinguari é uma espécie de monstro peludo, com pele semelhante ao couro de jacaré, com um só olho na testa, pés e mãos semelhantes a um pilão, exala um odor malcheiroso, ataca para matar e só morre com um tiro no olho.
O Mapinguari, também é conhecido pelos nomes de pé de garrafa, mão de pilão e juma. A lenda sobre a “besta malcheirosa” é uma das mais difundidas pelos indígenas.

Cobra Grande
A cobra grande é um imenso réptil que habita os rios acreanos que nasceu do cruzamento de uma mulher com uma assombração que se transforma em uma linda mulher nas festas de São João para seduzir os rapazes desavisados.

Caipora
O caipora é uma entidade protetora da floresta acreana, um homem coberto de pelos que anda montado num porco do mato, está sempre à procura de tabaco para mascar. Costuma atacar os cachorros dos caçadores, que não lhe oferecem tabaco.

Boto
A lenda do boto é comum a toda região amazônica. No Acre costuma ter duas variações: a tradicional, sobre o moço bonito, trajado de branco e com um chapéu de palha na cabeça que sai dos rios e vem ao encontro das moças dirigindo palavras amorosas, prometendo venturas, e, até, casamento. Seduzidas, adormecem, e assim, tontas, sem saber como foi, em cima dos feijoais das praias despertam com o corpo dorido. A outra variação diz que os botos são pessoas encantadas, isto é,

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