Literatura de cordel e literatura romantica

951 palavras 4 páginas
Literatura Romântica &
Literatura
de Cordel

Centro Educacional SESI - 415 - Cidade A. E. Carvalho
São Paulo, 16 de Março de 2012.
Nome : Ana Beatriz Costa Gonçalves nº 03 1º ano Ensino Médio
História - Profª Vilma

Literatura Romântica &
Literatura
de Cordel

Centro Educacional SESI - 415 - Cidade A. E. Carvalho
São Paulo, 16 de Março de 2012.
Nome : Ana Beatriz Costa Gonçalves nº 03 1º ano Ensino Médio
História - Profª Vilma

Índice

Introdução..........................................................................4
Literatura Romântica...........................................................5
Literatura de Cordel............................................................6
…exibir mais conteúdo…
Desenvolve uma linguagem própria e aborda temas ligados à natureza e às questões político-sociais. Defende a liberdade de criação e privilegia a emoção. As obras valorizam o individualismo, o sofrimento amoroso, a religiosidade, a natureza, os temas nacionais, as questões político-sociais e o passado.
Na segunda fase (1840-1850) predominam a descrição da natureza, a idealização do índio e o romance de costumes. Os destaques são Gonçalves Dias, poeta de Canção dos Tamoios, José de Alencar, autor de O Guarani, e Joaquim Manuel de Macedo (1820-1882), de A Moreninha.

Na terceira (1850-1860), o nacionalismo intensifica-se e preponderam o individualismo, a subjetividade e a desilusão. Na poesia sobressaem Álvares de Azevedo, de Lira dos Vinte Anos, Casimiro de Abreu (1839-1860), de Primaveras, e Fagundes Varela (1841-1875), de Cantos e Fantasias. Na prosa consolidam-se as obras de José de Alencar, com Senhora, e Bernardo Guimarães (1825-1884), com A Escrava Isaura. Destaca-se ainda Manuel Antônio de Almeida (1831-1861), com Memórias de um Sargento de Milícias.

Na última fase (1860-1880), época de transição para o realismo e o parnasianismo, prevalece o caráter social e liberal ligado à abolição da escravatura. O grande nome na poesia é Castro Alves, autor de O Navio Negreiro. Outro poeta importante é Sousândrade (1833-1902), de Guesa. Na prosa destacam-se Franklin Távora (1842-1888), de O

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