Modelo petição trabalhista VIGIA, HORAS EXTRAS, VALE TRANSPORTE, RESPONSABILIDADE SUBSIDIÁRIA

1440 palavras 6 páginas
Exmo. Sr. Dr. Juiz de uma das Varas do Trabalho de /RS

CHAVE DO DOCUMENTO:

XXXXXXXXX, brasileiro, solteiro, vigilante, RG nº.
XXXXXXXX, CPF nº. XXXXXXX, CTPS n.°XXXXX, nascido em
11/08/1979, filho de XXXXXXXXX, residente e domiciliado na
XXXXXXX, em XXXXX, por sua procuradora infra-assinada, conforme instrumento de mandato anexo, vem respeitosamente, à presença de Vossa Excelência, propor:
RECLAMAÇÃO TRBALHISTA em face de XXXXXXXXXXXXX., regularmente inscrita no CNPJ sob o n° XXXXXXXXXX, localizada XXXXXXXXXXXXXXXXXXX, a ser citada na pessoa de seu representante legal, e em face de
XXXXXXXXXXXXXXXXXX,
CNPJ
n.º
XXXXXXXXXXXXXXXXXXXX, a ser citada na pessoa de seu representante legal pelas razões de fato e de direito a
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Por tal razão, o empregado era obrigado a arcar com os custos de

transporte em seu trajeto da casa para o local de trabalho, e viceversa.
Assim, faz jus o empregado ao recebimento de indenização pelos valores que despendeu com transporte coletivo, equivalente a 02 vales-transportes por dia.
Posto isso, já descontados os 6% de seu salário mensal, deve o obreiro receber valores referentes à indenização com os gastos com transporte que tem suportado ao longo da contratualidade. DA RESCISÃO INDIRRETA:
Considerando que desde outubro de 2012 o reclamante não recebe salário integral. E durante os últimos três meses em que o reclamante efetivamente trabalhou para as reclamadas, quais sejam novembro e dezembro de 2012 e janeiro de 2013 percebeu no total, somente, aproximados R$ 650,00, sem, contudo, ter percebido nenhum salário integral ou contracheque.
Analisando, ainda, que desde fevereiro de 2013 o reclamante está afastado de suas atividades a pedido de seu empregador, sem exercer nenhuma função junto à empresa, que se negou a por termo em seu contato.
Nos termos do art. 483, alínea “d” o descumprimento contatual por parte do empregador gera direito ao pedido de rescisão indireta do contrato de trabalho. As empresas reclamadas há meses deixaram de pagar os salários devidos ao reclamante conforme contratado. Portanto, de acordo com a legislação trabalhista, o ato cometido pelas reclamadas constitui modalidade

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