O nascimento e o desenvolvimento do pensamento ético na Grécia Antiga: enfoque nos sofistas, em Sócrates, Platão e Aristóteles

10026 palavras 41 páginas
JOÃO ALBERTO MENDONÇA SILVA

O NASCIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DO PENSAMENTO ÉTICO NA GRÉCIA ANTIGA: ENFOQUE NOS SOFISTAS, EM SÓCRATES, PLATÃO E ARISTÓTELES

UNIVERSIDADE CATÓLICA DOM BOSCO
CAMPO GRANDE – MS
2010
JOÃO ALBERTO MENDONÇA SILVA

O NASCIMENTO E O DESENVOLVIMENTO DO PENSAMENTO ÉTICO NA GRÉCIA ANTIGA: ENFOQUE NOS SOFISTAS, EM SÓCRATES, PLATÃO E ARISTÓTELES

Trabalho apresentado à Universidade Católica Dom Bosco, curso de Filosofia, a pedido do Professor Marcelo Alves Nunes, para efeito de avaliação.

CAMPO GRANDE – MS
2010
SUMÁRIO

INTRODUÇÃO 5
1 SOFÍSTICA – INÍCIO DA QUESTÃO ÉTICO-ANTROPOLÓGICA NA
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Dessa forma, a questão que diz respeito a ética mostrará como essa problemática não caminha desde hoje, mas é uma questão que já se arrasta por milhares de anos na história e ainda continua a fazer com que muitos passem suas vidas para tentar solucioná-la.

1 SOFÍSTICA – INÍCIO DA QUESTÃO ÉTICO-ANTROPOLÓGICA NA GRÉCIA

Após a Grécia experimentar um período no qual a filosofia se restringia ao pensamento baseado no cosmos e, principalmente, a respeito da pergunta que interroga pela origem de todas as coisas (arkhê), ela passou a vivenciar uma revolução de abordagens, visto que as respostas para o problema que envolve o princípio não eram tão convincentes e acabaram se tornando contraditórias, além do que as questões político-sociais que estouraram nas grandes cidades cobraram dos cidadãos novas posturas e trouxeram a eles novas reflexões gerando um olhar mais atento para a questão sócio-antropológica. Esse sistema que se formou acabou por culminar na apresentação de uma nova problemática, o próprio homem e aquilo que a ele está ligado. Os primeiros pensadores a abordarem tal temática foram os sofistas, grupo de filósofos que se especializaram naquilo que diz respeito ao homem e sua relação com a sociedade.
Tais filósofos foram conhecidos como os “provedores de sabedoria moral e política das cidades-estado da Grécia no século V a.C.” (HALDANE, 1996 p. 720), ou seja, aqueles que formavam a opinião dos jovens e

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