O papel do farmacêutico na industria

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1. INTRODUÇÃO

1.1 HISTÓRIA A farmácia teve seu surgimento em 1549, no desembarcar, na Bahia, de Diogo da Costa, o primeiro farmacêutico integrante da comitiva de Thomé de Souza, o Governador da colônia portuguesa. Os jesuítas com missão evangélica e sanitária atuaram como boticários, preparando remédios e tratando dos doentes (TONIAS, 2012).
A indústria farmacêutica no Brasil teve o seu início em Minas Gerais por volta de 1839 onde foi criada a primeira escola de formação de profissionais farmacêuticos. A partir de então, foram sendo criados laboratórios farmacêuticos e no ano de 1850 já existiam cinco laboratórios, que por decreto do governo imperial, uma lista de medicamentos indispensáveis deveria haver nas boticas. (TONIAS,
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5.772, que aboliu as patentes, onde qualquer substância ativa descoberta poderia ser copiada por similaridades. Somente em 1997, entra em vigor a Lei nº 5.279 de 15 de maio, que institui o “Código de Propriedade Industrial”, que estabelece as novas regras para registros de patentes sobre remédios, alimentos, produtos químicos e bacteriológicos, sendo então, o período de vigência das patentes para invenções de 20 anos e registro de marcas para 10 anos (TONIAS, 2012).
Em 1999, a lei 9787 dos Genéricos, promoveu o acesso da população ao medicamento pelo nome genérico (CRF-GO, 2009).

1.2 CONSELHO FEDERAL DE FARMÁCIA

O Conselho Federal de Farmácia começou em 1936 através de reivindicações em convenções e congressos pelo país. Em 11 de novembro deste mesmo ano através da Lei nº 3.820 foi então criado o Conselho Federal de Farmácia, e os Conselhos Regionais de Farmácia, pelo presidente Juscelino Kubistchek, que zelam pelos princípios da ética e da disciplina da classe dos que exercem qualquer atividade farmacêutica no Brasil. As atribuições básicas destes órgãos são: (CRF-SP, 2012).

* Inscrever e habilitar os profissionais farmacêuticos; * Expedir resoluções que se tornarem necessárias para fiel interpretação e execução da lei, definindo ou modificando atribuições e competências dos profissionais farmacêuticos. * Colaborar com autoridades sanitárias para uma melhor qualidade de vida do cidadão. *

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