Resenha cartledge, paul (org.). história ilustrada grécia antiga. 2. ed. são paulo: ediouro, 2009. – (coleção história ilustrada).

1985 palavras 8 páginas
CARTLEDGE, Paul (org.). História Ilustrada Grécia Antiga. 2. ed. São Paulo: Ediouro, 2009. – (Coleção História Ilustrada).

Paul Cartledge é consultor de História Grega da Faculdade de Estudos Clássicos na Universidade de Cambridge, e Adjunto e Diretor de Estudos Clássicos no Clare College, em Cambridge. Estudou na Universidade de Oxford e é membro do conselho editorial de Diálogos (Hellenic Centre, King’s College, Londres), International History Review e History of Political Thought. Suas publicações incluem: "The Greeks: a Portrait of Self and Others" (Oxford University Press, 1997). (Disponível em: <http://www.nethistoria.com.br/index.php?secao=conteudo.php&sc=6&id=591> Acesso em: 06 de Novembro de 2012).
A obra,
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O que eram, para ele, as causas de mudança e instabilidade? Como se podia evitar a stasis? Para Aristóteles existia várias diferenças entre os cidadãos, a distinção mais importante, de onde surgia a maior parte dos conflitos, se situava entre os poucos ricos e muitos pobres entre os que tinham propriedades e o restante. Ele via uma ligação inevitável entre o domínio de um grupo e o tipo da constituição estabelecida: a oligarquia pelos ricos e a democracia pelos pobres. Na prática os ricos eram sempre em número menor e os pobres em número maior. Contudo, insistia que mesmo se a maioria fosse rica, o estado ainda deveria ser classificado como uma oligarquia, pois esses ricos tenderiam a conduzir os negócios segundo os seus próprios interesses. A partir daí o autor da continuidade abordando sobre os avanços radicalmente diferentes em política e economia dos estados gregos Atenas e Esparta, que obtiveram diferentes estratégias para criar uma cooperação entre os cidadãos ricos e pobres.
No quinto capítulo sobre o tema as mulheres, as crianças e os homens, a partir da perspectiva de ideais sociais, a autora Katz descreve qual o papel dos cidadãos masculinos, escravos, metecos, estrangeiros residentes, e ainda mulheres e os filhos dos cidadãos. De forma bem clara vê-se no texto que a polis era dominada por cidadãos do sexo masculino, onde a esfera pública pertencia aos homens, de forma que os homens

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