Resenha de "a lei do mais belo"

1962 palavras 8 páginas
Ao longo de todos esses anos, a beleza vem sendo tema de estudos e pesquisas em todas as culturas (ou grande parte delas). As diversas áreas do conhecimento a estudam em seus vários aspectos. Filósofos refletem sobre ela, poetas são por ela inspirados, pornográficos a oferece aos montes, a indústria de cosméticos e o mundo da moda nos joga na cara uma perfeição fora da realidade.
A beleza captura coração e atenção por onde quer que passe. Desde o início da humanidade estamos fadados a nos entregar as suas tentações e todas as sensações que a mesma desperta.
No texto de Nancy Etcoff, “A lei do mais belo – A ciência da beleza”, a autora argumenta e nos convence do quanto a beleza é um trunfo simbólico na sociedade contemporânea e de como
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“Gostamos de olhar uma pele macia, cabelo espesso e lustroso, cinturas marcadas e corpos simétricos”. (ETCOFF, 1999, p.35). Simetria é sinônimo de beleza, desde longa data.
A ironia da percepção de beleza é que, apesar de estarmos numa sociedade onde cada vez mais homens e mulheres evitam a gravidez, a atração sexual ainda é movida por características que fazem com que nos sintamos mais atraídos pelos corpos mais qualificados reprodutivamente. Homens preferem mulheres mais jovens, por estas possivelmente serem melhores reprodutoras. Já as mulheres demoram mais selecionando seus parceiros, pois visto que os mesmo não tem limite de idade para ser um bom reprodutor são selecionados em função da sua “qualificação” para criar seus bebês. Outro fator que aparece mais adiante no texto é o de que ao contrário dos homens, que passam muito tempo olhando mulheres, as mulheres quase não ficam os olhando, pois gastam seu tempo olhando fotos de outras mulheres, em revistas femininas. Avaliando a concorrência, digamos. Após todas essas explicações, definições e ponderações Etcoff nos leva ao segundo capítulo: A beleza como isca. No início deste capítulo a autora nos mostra duas argumentações. A primeira de que “a beleza não é reconhecida instantânea e instintivamente: temos de ser treinados desde a infância a fazer aquelas discriminações”, do livro Face Value, de Lakoff e Scherr e a de que “nascemos com preferências, e até mesmo um bebê reconhece a

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