Resenha: globalização: as consequência humanas (zygmunt bauman)

983 palavras 4 páginas
Globalização: as consequências humanas

Apresentamos neste trabalho as ideias adquiridas durante a leitura da obra “Globalização: as consequências humanas”, que tem como autor Zygmunt Bauman. Bauman levanta uma discussão voltada para o tempo e espaço, usando exemplos que apontam a organização espacial como um instrumento opressor e os dominados por esta organização como seres imóveis. Evidencia que para uns a globalização é algo desejável, enquanto para outros é visualizada como uma coisa adversa, contudo a obra deixa claro que independentemente das opiniões manifestadas, o processo de globalização não pode impedido. O autor também destaca o grande distanciamento que existe entre as classes, alta e baixa.

1. Tempo e classe
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Cada grupo procura marcar seu território (espaço), a elite paga para ter sua segurança (isolamento), enquanto as classes consideradas inferiores têm que se manter adaptando-se ao convívio em sociedade, podemos então compreender que aquilo que produz liberdade para uns promove confinamento para outros.

2. Guerras espaciais: informe de carreira

O espaço sempre foi definido em função do homem e de suas atividades, co isso seria preciso impor padrões que passaria a ser obrigatórios para todos, seguidos também de outros padrões alternativos. Desde o começo da sociedade foram usados padrões de medidas, limites de fronteiras, partindo disso, o autor nos faz ver que o homem naturalmente procura ser homogêneo na maneira com que produz mapas e constrói cidades, tudo isso se dá pela busca da “cidade perfeita”. Diferente das cidades antigas, hoje não existem mais muros separando os estrangeiros, os muros das cidades são internos e servem para separar os próprios concidadãos, os muros existem para proteger dos inimigos interiores, basta que observemos a busca pela própria segurança. Estamos vivendo cada vez mais isolados, pois tudo faz parte da estratégia de sobrevivência nas grandes cidades.

3. Depois da nação-estado, o quê?

Podemos perceber que há uma certa possibilidade de eliminação do Estado-Nação, a soberania do Estado morre, abrindo mão do seu controle para privilegiar a nova ordem mundial nascida com a globalização. As

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