Resenha - investigação acerca do entendimento humano – david hume

942 palavras 4 páginas
Investigação Acerca do Entendimento Humano – David Hume

Obra escrita em 1748, é uma versão mais simples de ‘Tratado da Natureza Humana’ também de Hume, que descontente com a recepção de seu tratado, tentou expor novamente suas ideias de uma forma mais simples, mas nesta, discorrendo apenas sobre o conhecimento, e de forma lógica nos apresenta questões sobre o raciocínio, e faz também parte dessa obra criticar a ética moralista e despertar o ser humano de um ‘sono dogmático’. A obra é dividida em 12 seções, e algumas divididas em partes, sendo elas: 1. Das Diferentes Classes de Filosofia; 2. Das Diferentes Classes de Filosofia; 3. Da Associação de Ideias; 4. Dúvidas Céticas Sobre as Operações do Entendimento (Primeira Parte: A
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Seria como se a ‘Impressão’ fosse uma imagem vista e a ‘Ideia’ a sua representação na nossa mente. É interessante ressaltar que segundo Hume o homem não cria nenhuma ideia, ela é simplesmente montada em nossa mente, e podem se associar por semelhança, adjacência espacial e temporal ou causalidade. E são sempre ideias simples que se juntam para a formação de uma complexa. Causa e efeito também são estudadas pelo autor, e ele discorre que não podem ser descobertas pela razão, mas pela experiência, ele tenta demonstrar que vivemos no plano do ‘concreto’, do palpável, e isto está diretamente relacionado ao raciocínio, pois somente com a experiência ele é possível, e não só, a experiência é tomada como a forma mais fácil de discernimento. Mas a experiência não pode ser antecipada antes de provada. Hume chega a ‘conclusão’ de que se é possível a construção dos objetos pelo exercício mental, mas ainda assim especulativo e hipotético, e isso abriria a ‘porta’ para uma área movediça, havendo a impulsão no transcender da realidade sem apoiar-se nela. Mas o ambiente em que isso é inserido deve ser palpável. Existe também a relação de um fato em

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