Resenha livro - de corpor e alma - o discurso sobre motricidade

923 palavras 4 páginas
Nome do Acadêmico: Alison Trindade de Vargas
Atividade Acadêmica: Corporeidade
Professora: Suzana Schuch
RESENHA DO LIVRO
DE CORPO E ALMA: O DISCURSO DA MOTRICIDADE

O autor do livro, João Batista Freire, tem em seu discurso uma provocação à mudança. Um livro questionador sobre um tema pouco trabalhado por nossos educadores: a ideia do corpo como um todo integrado em que a matéria e o espírito, o sensível e o inteligente devem ser pensados dentro de um mesmo processo. O começo do texto, um pouco distante do assunto à cima, começa tendo como objeto de sua fala a morte. Morte que apenas o ser humano tem sua consciência e, por tanto, convive com ela. Ele fala de sua crença em uma nova vida após a morte, acreditando que tudo que
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Ao nascermos, segundo Freire, vamos observando os movimentos e repetindo-os. Com o passar do tempo assimilamos os movimentos de tal maneira que ele será único. Não há duas pessoas que caminhem iguais, corram iguais ou chutem iguais, assim com não há ninguém que pense igual à outra pessoa. Para chegar a esta conclusão, Freire realizou uma pesquisa onde observou alunos que realizavam o movimento de chute a gol e alunos que pulavam a popular estrelinha. Ao observar os alunos que faziam chute a gol manteve seu foco em analisar as convergências e as divergências entre os alunos. Freire analisou os movimentos de braços, pernas, altura do quadril, no inicio, no meio, e no fim de cada chuta a gol. Os chutes eram executados da marca do pênalti, onde os alunos tinham um modelo de chute para seguir, se quisessem, mas batiam na bola da maneira que sabiam. Na pesquisa mostrou que todos os alunos tiveram sucesso no objetivo mesmo chutando de formas diferentes. Isso prova que pode existir um modelo de chute, mas cada ser humano, de acordo com suas vivências anteriores pode ter sucesso chutando de uma maneira diferente daquela tida como a melhor. Durante todo o livro o autor atenta para que professores e alunos consigam ter a compreensão do que é o sensível, o que é o inteligível e de como os dois se completam e não podem ser separados. Freire ainda faz uma dura crítica ao preparo dos professores quando fala da

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