Resumo Cap. 19 A história da Arte

4401 palavras 18 páginas
A HISTORIA DA ARTE é por vezes descrita como a história de uma sucessão de vários estilos. Como o estilo românico ou normando do século XII, com seus arcos redondos, foi sucedido pelo estilo gótico, com o arco ogival; como o estilo gótico foi suplantado pela Renascença, que teve seu começo na Itália, em princípios do século XV, e lentamente se expandiu a todos os países da Europa. O estilo que sucedeu à Renascença é usualmente chamado barroco. Mas, ao passo que é fácil identificar os estilos anteriores por características definidas de reconhecimento, a tarefa não é tão simples no caso do barroco, pois da Renascença em diante, quase até ao nosso tempo, os arquitetos usaram as mesmas formas básicas — colunas, pilastras, cornijas, …exibir mais conteúdo…
- Desejava reconquistar algo de sua [de Rafael] simplicidade e beleza, em vez de contradizê-las deliberadamente, como tinham feito os maneiristas.
Críticos subseqüentes atribuíram-lhe a intenção de imitar o melhor em todos os grandes pintores do passado. Carracci era por demais um artista autêntico para adotar tão insensata idéia. O grito de guerra de seus partidários de Roma era o cultivo da beleza clássica.
Quadro – Exemplo: Annibale Carracci se esmerou em não nos recordar os horrores da morte e as agonias da dor. O quadro é tão simples e harmonioso no arranjo quanto o de um pintor renascentista. Contudo, não o confundiríamos facilmente com uma pintura da Renascença. O modo como a luz joga sobre o corpo do Salvador, todo o apelo às nossas emoções, é bem diferente: é barroco. É fácil qualificar semelhante quadro como sentimentalista, mas não devemos esquecer para que finalidade ele foi pintado. É um retábulo para ser contemplado em oração e devoção, com velas ardendo diante dele.

Caravaggio era:
- homem de temperamento impetuoso e irascível, extremamente suscetível à menor ofensa e capaz até de enfiar um punhal num desafeto.
- Ter medo de retratar a fealdade [algo desagradável para os olhos; feiúra] parecia a Caravaggio ser uma fraqueza desprezível. O que ele queria era a verdade. A verdade tal como ele a via. Não lhe agradavam os modelos clássicos nem tinha respeito algum pela "beleza ideal". Queria livrar-se de todas as convenções e repensar

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