Resumo - a cidade antiga, de fustel de coulanges

5586 palavras 23 páginas
Resumo – A CIDADE ANTIGA, de Fustel de Coulanges
Nome: André Luiz Moreira Pereira
Prontuário n° 15130022
Semestre: 1° Turma: B
Disciplina: História do Direito

Tema: Resumo – A CIDADE ANTIGA, de Fustel de Coulanges

LIVRO PRIMEIRO
No capítulo I, o autor versa sobre o respeito da alma e da morte, mostrando que desde épocas remotas e mesmo antes da filosofia, os homens já possuíam ideias a respeito de sua natureza, alma e os mistérios da morte, bem como uma segunda existência para além da vida terrena, os diversos ritos fúnebres mostram como acreditavam nessa hipótese. Desta crença surgiu a necessidade do sepultamento, pois se acreditava que uma alma sem sepultura se tornava perversa, o povo antigo acreditava que com o
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Na família antiga não encontramos o afeto natural, algo muito mais forte unia seus membros, a religião do fogo sagrado e dos antepassados. “A família era assim um grupo de pessoas a quem a religião permitia invocar o mesmo lar e oferecer a refeição fúnebre aos mesmos antepassados”, dessa forma lhe conferia regras, tornando a família antiga diferente da formação comum dos sentimentos naturais do homem.
No capitulo II, o autor coloca o casamento como sendo a primeira instituição estabelecida pela religião doméstica, uma mulher quando pedida em casamento abandonaria o lar de seus pais e passaria a cultuar os deuses de seu marido, o marido colocaria uma estranha em seu âmbito familiar e dessa forma expondo os ritos de sua família. O casamento era considerado uma cerimônia santa, e para se efetuar tal celebração cada cultura imponha seu ritual que deveria ser seguido fielmente, o casamento era tão importante que não se admitia poligamia e o divórcio era praticamente impossível, devendo ser anulado por cerimônia religiosa assim como foi concebido. No capítulo III, o autor versa sobre a continuidade da família, o celibato proibido, o divórcio em caso de esterilidade e a desigualdade entre filho e filha, o celibato colocava em risco a continuidade da família bem como o culto aos ancestrais, por essa razão era considerado uma crueldade. As crenças diziam que um homem não pertence a si mesmo e sim uma

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