Resumo: aron, raymond. introdução e cap. i: estratégias e diplomacia ou a unidade da política. in: paz e guerra entre as nações. brasília: ed unb, 2002. p. 47-97.

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Resumo: ARON, Raymond. Introdução e Cap. I: Estratégias e diplomacia ou a unidade da política. IN: Paz e Guerra entre as Nações. Brasília: Ed Unb, 2002. p. 47-97.

Épocas conturbadas levam a novos pensamentos e ideias conforme mostra a história. Após a Segunda Guerra Mundial, apesar de nenhuma grande obra ter nascido, com a vitória comum das potências soviéticas e americanas e, devido à amplitude da unificação mundial da cena diplomática com os EUA vistos como primeira potência autenticamente mundial, as relações internacionais tornaram-se um relevante objeto de estudo para elaborar doutrinas, formulando proposições de caráter geral a fim de elaborar o inédito, ao invés de apenas descrever e narrar os fatos como fazem os historiadores.
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Caso houvesse um Estado universal, que envolvesse todos os indivíduos do mundo, não haveriam mais exércitos, pois “O propósito da guerra é a existência, criação e eliminação do Estado”.(p.54). Tanto o excesso de força como o de fraqueza comprometem a paz, sendo que os Estados com grandes possibilidades de desaparição provocam explosões e ambições, com o intuito de salvarem-se. As RI em sua originalidade tratam das “relações entre unidades políticas que reivindicam o direito de fazer justiça e de escolher entre a paz e a guerra.”(p.55). (p.53-55)
O sociólogo necessita tanto do conhecimento do pensador teórico como do historiador. Uma guerra não é determinada apenas pelas proposições teóricas gerais, mas também pelo relato dos historiadores. Assim, há quatro níveis de conceituação: “esquematização dos conceitos e sistemas, causas gerais dos acontecimentos, a evolução e os julgamentos práticos, pragmáticos ou éticos sobre os tipos de comportamento”.(p.57). Dentro do espaço diplomático, apesar de haver um esquema “definido” para a coletividade de cada ator, o cenário e a colocação deles não estão fixadas definitivamente, podendo variar conforme a situação. A condução da política externa se dá pela competitividade ou cooperação, no qual os diplomatas e estrategistas tomam suas decisões baseados em probabilidades, sempre havendo riscos para cada atitude escolhida. (p.55-57) As regras

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