Resumo do capítulo xiv de memorial do convento

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Capítulo XIV de Memorial do Convento

O padre Bartolomeu Lourenço regressa de Coimbra, como Bartolomeu de Gusmão e doutorado em Teologia. Embora para Blimunda e Baltazar o padre continue o mesmo, el-rei fê-lo fidalgo, capelão e académico. Assim, o padre avaliaria a sua obra de diferentes formas: como fidalgo, diria que são trabalhos mecânicos; como capelão, diria que é obra do diabo; como académico, nada diria, pois só a poderia avaliar quando fizesse parte do passado. Bartolomeu de Gusmão vive no Terreiro do Paço, em casa de uma viúva, cujo marido acabou morto numa rixa, ainda no reinado de D Pedro II. Nas suas visitas ao rei, este pergunta-lhe se algum dia irá ver a máquina voar. O padre responde que, além de a ver, até voará nela. D. João V vai assistir a uma lição de música da sua filha, infanta Maria Bárbara, ainda muito nova, que está a aprender a tocar cravo. Como professor, foi escolhido Domenico Scarlatti, italiano vindo de Londres. Quando a lição termina o professor começa a tocar de improviso e o padre, que assistia, conversa com ele acerca do significado da música e de como o ouvido devia ser educado para esta, tal como os olhos para as letras. Ambos acabam por concluir que as pessoas ouvem para lá da verdade, não conhecendo os seus erros.
De novo no Terreiro do Paço, o padre regressa a sua casa e começa a pensar que Deus não criou o mundo com uma palavra, mas sim andando e com demora. Enquanto tomava banho, pairou uma gaivota sobre o seu beiral e

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