Resumo do livro cidade antiga fustel de coulanges capitulo a cidade

3283 palavras 14 páginas
A Cidade Antiga

Fustel de Coulanges

Em “A Cidade Antiga” de Fustel de Coulanges, como o próprio prefácio expõem, o autor buscou “demonstrar os princípios e regras que governaram as sociedades grega e romana” por acreditar que estas possuíam a origem de suas instituições comuns, e que atravessaram uma série de revoluções semelhantes. Além de que, para ele, a Grécia e Roma “apresentam-se-nos com um caráter absolutamente inimitável” divergindo de tudo que é moderno, pois a forma de pensar do homem não é a mesma que há vinte e cinco séculos, e é por isso e que as instituições sociais não são originadas e governadas como outrora.

O autor faz a divisão da obra em cinco livros, onde cada livro é subdividido em capítulos. A
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As tribos se associaram entre si com a condição de o culto de cada uma delas fosse respeitado, essa aliança nasceu a cidade. A concepção religiosa foi entre os antigos a inspiração para organização das sociedades. A religião foi um fator determinante na formação das cidades, os homens à medida que a para eles uma divindade em comum, vão se associando em grupos cada vez maiores conforme as regras aplicadas nas famílias e sucessivamente nas fratrias cúrias e cidades.

Capítulo IV: A Cidade

Quando as tribos decidiam se unir e terem o mesmo culto, era necessário fundar a Urbe, lembrando que “cidade” e “urbe” não eram palavras sinônimas no mundo antigo, para representar o santuário do culto comum, assim a fundação da Urbe foi era sempre um ato religioso. Cidade era a associação religiosa e política das famílias e tribos, Urbe era o santuário dessa sociedade.

O primeiro cuidado fundador era escolher o local da nova cidade, essa escolha sempre fica entregue a decisão dos deuses. Chegado o dia da fundação primeiramente é oferecido um sacrifício, após a cerimônia cava-se um pequeno fosso e lança o torrão de terra trazido da cidade anterior, a religião proibia deixar a terra onde os antepassados repousavam, com esse ato julgavam trazer para ali a alma dos seus ancestrais da antiga pátria. Acende-se o fogo e ao redor desse ergue-se a cidade.

Como os deuses sempre estavam ligados a cidade, o povo jamais devia deixa-la. Havia um

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