TRabalho sobre o livro o perfume- a historia de um assassino e relação com a teoria de descartes

3572 palavras 15 páginas
Introdução
A todo o momento qualquer ser humano está recebendo informações que precisam ser julgadas como falsas e verdadeiras. Isso é feito de forma simples e, muitas vezes, automática. Porém quase nunca são questionados os seus princípios antes desse julgamento. Normalmente o que se tem de mais confiável são os sentidos, porém já foi provado, e não foi apenas uma vez, que estes podem ser falhos.
René Descartes foi um importante filosofo do século XVII que afirmava que não é sensato julgar uma afirmação como verdadeira antes de analisar seus fundamentos. Mesmo aquilo que parece ser totalmente concreto pode um dia falhar.
Nesse trabalho dissertaremos sobre o livro O perfume: a história de um assassino que foi escrito pelo autor alemão
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Nela ele sente pela primeira vez um ar com menos cheiro, logo ele acaba gostando desse ar e passa a evitar caminhos que passam ir grandes cidades e depois de certo tempo também passou a fazer sua viajem apenas durante a noite, quando encontraria menos viajantes. A falta de luz não incomodava, ele enxergava com o nariz, sentia o cheiro do caminho. E cada vez mais se distanciava de gente.
Até que chega uma hora onde encontra uma montanha onde cheiro de pessoa nenhuma o atinge. Para sua sorte lá havia uma fonte de água e ele poderia se alimentar dos pequenos animais que ali moravam, como os lagartos e algumas aves. Lá também havia uma caverna onde passou sete anos de sua vida. Naquela caverna, seu nariz indicava que ser vivo nenhum jamais teria entrado. Ali ele poderia ficar por toda a sua vida.
A caverna foi o seu tempo de organizar todos os seus pensamentos. Ele fez um catálogo de todos os cheiros que já tinha sentido, é claro que isso na sua cabeça, já que jamais tinha esquecido algum cheiro.
Costumava ter sonhos muito reais e foi um desses que o fez abandonar o seu ninho e começar sua busca pior algo mais. Nesse tal sonho tinha uma névoa que ocupava odo o espaço em torno dele, essa névoa ele sabia que era o seu cheiro, mas ele não sentia cheiro nenhum. Foi então que ele percebeu que ele não tinha um cheiro, não tinha uma essência, e precisava de uma.
Então ele começa a procurar algum lugar para ir. Ele passa por cidades onde muita gente teve medo dele por causa

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