definição tradicional do conhecimento e critica

1577 palavras 7 páginas
A definição tradicional do conhecimento, que o apresenta como sendo crença verdadeira justificada, remonta a Platão e é referida no seu diálogo Teeteto. Durante séculos tratou-se de uma definição consensual, pois não só parecia ser completa como também imune a polémicas e confrontos filosóficos. Para fazer uma introdução ao assunto vamos ler um excerto do livro Sabedoria sem Respostas de Daniel Kolak que diz assim:
“Suponha-se que alguém aposta regularmente em cavalos. Tenta apostar em vencedores, mas raramente o faz. Contudo, está tão cheio de ilusória autoconfiança que sempre que consegue uma aposta acredita ardentemente que o seu cavalo vai ganhar. Nas raras vezes em que o cavalo ganha, saberia o apostador que o cavalo dele iria ganhar? Claro que não. Ele poderia sentir-se completamente confiante, mas isso é outra história. Para se saber algo, não se pode apenas adivinhá-lo, mesmo que se acerte, e não o sabemos por maior que seja a confiança que depositamos no nosso palpite. Assim, que mais é necessário para o conhecimento, além da crença verdadeira?”
Por que razão o autor do texto diz que o apostador não poderia saber que o cavalo dele não iria ganhar?

1. O autor do texto nega que exista conhecimento, pois o apostador apenas está confiante que o seu cavalo vai ganhar, tem uma crença que julga ser verdadeira, mas, na realidade, falta-lhe a justificação dessa crença para que ela possa ser considerada conhecimento.
Parece claro que o conhecimento não é uma mera

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