DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL CONTAX Ana Luisa Elisei Almada Fernanda Amaral Carbonaro Meire de Fátima Souza Ralf Junio de Araújo Webert Márcio Silva Ferreira Belo Horizonte Maio de 2008 Ana Luisa Elisei Almada Fernanda Amaral Carbonaro Meire de Fátima Souza Ralf Junio de Araújo Webert Márcio Silva Ferreira DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL CONTAX Trabalho Interdisciplinar apresentado à Faculdade Novos Horizontes de Ciências da Gestão. Orientador: Hélio Moura Belo Horizonte Maio de 2008
INDÍCE 1. As empresas como organizações sociais Pag.2 2. Organizações formais Pag.3 3. Organizações lucrativas e não lucrativas Pag.3 4. Características das empresas Pag.4 5. As empresas como sistemas abertos
INTERVENIENTES NO COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO 8 AS PRINCIPAIS INSTITUIÇÕES QUE EXERCEM CONTROLE SOBRE O COMÉRCIO EXTERIOR NO BRASIL 9 Conselho Monetário Nacional 9 Secretaria de Comércio Exterior 9 Departamento de Operações de Comércio Exterior 9 Departamento de Negociações Internacionais 9 Departamento de Defesa Comercial 10 Departamento de Políticas de Comércio
que é Câmbio * Cambio é uma operação de troca de moeda entres países, para facilitar as transações. Por exemplo, quando um turista brasileiro vai viajar para o exterior e precisa de moeda estrangeira, o agente autorizado pelo Banco Central a operar no mercado de câmbio recebe do turista brasileiro a moeda nacional e lhe entrega (vende) a moeda estrangeira. Já quando um turista estrangeiro quer converter moeda estrangeira em reais, o agente autorizado a operar no mercado de câmbio compra a
exportação, para o exterior, de produtos nacionais ou nacionalizados e propriedade territorial rural. b. Importação de produtos estrangeiros; exportação, para o exterior, de produtos nacionais ou nacionalizados e transmissão causa mortis e doação. c. Operações relativas à circulação de mercadorias; exportação, para o exterior, de produtos nacionais ou nacionalizados e propriedade territorial urbana. d. Importação de produtos nacionais; exportação, para o exterior, de produtos nacionais ou nacionalizados
em Telecomunicações como requisito para obtenção de aprovação na Disciplina Planejamento Estratégico em Telecomunicações. Professor Dr :HEITOR LUIZ MURAT DE MEIRELLES QUINTELLA. Conteúdo 1. Capítulo – Modelo de Negócio 3 1.1 Histórico 3 1.2 Natureza do Negócio 3 1.3 Publico Alvo 4 1.4 Conceito da pirâmide invertida 4 1.4.1 Valores 4 1.4.2 Missão 4 1.4.3 Visão 4 1.4.4
Varginha 2013 Prevenção e recuperação de falhas - Cap. 19 Aprimorar o desempenho de operações é prevenir falhas, em algumas operações é crucial que os processos não falhem como, por exemplo, aviões em voo, e serviços essenciais à vida. Porém nenhum processo é perfeito e falhas podem ocorrer. Falha das operações As organizações precisam discriminar as diferentes falhas e prestar atenção especial àquelas que são críticas. Entender por que alguma
UNIP – Universidade Paulista Instituto de ciências e comunicação Cursos Superiores de Tecnologia em Logística Projeto Integrado Multidisciplinar-PIM I GRUPO VOTORANTIM SOROCABA 2013 GRUPO VOTORANTIM Projeto apresentado ao curso de Gestão em Logística ,do Instituto de Ciências Sociais e comunicação, dá Universidade Paulista-UNIP, como requisito para aprovação na disciplina Projeto Integrado Multidisciplinar-PIM I Orientador: Profº Paulo
GESTÃO DE OPERAÇÕES ADMINISTRAÇÃO DA PRODUÇÃO RESUMO – CAPITULO 3 Professor: Sergio Barbieri Aluno: Kaique de P. Machado Curso: Gestão Comercial R.A: 11463836 CONCEITO “Padrão de decisões e ações estratégicas que define os papéis e as atividades da função Produção” SLACK et al. (2007); Conteúdo: decisões e ações específicas que estabelecem o papel e as atividades da função produção; O que? Processo: método usado para produzir as decisões específicas de conteúdo; Como? Perspectivas
Específicos 5 4. Criar um cenário (com a situação problema). 5 4.1 Identificar as funções de negócio da empresa. 5 4.2 Para cada função de negócio, definir os processos de negócio. 5 4.3 Fazer uma decomposição dos processos de negócio até chegar a operações de negócio com baixo nível de granularidade. 6 5. Para cada processo, identificar as operações que poderão ser automatizadas. 8 5.1 Para essas operações automatizadas, identificar os casos de uso. 8 6. Elaborar o modelo de casos de uso 9