Marilene chaui - fichamento unidade 4,5,6

2703 palavras 11 páginas
UNIDADE IV

CAPÍTULO I – A PREOCUPAÇÃO COM O CONHECIMENTO

O conhecimento e os primeiros filósofos: Há tese de que, dentre os primeiros filósofos, uns se preocupavam e outros não se preocupavam com o conhecimento. Na parte dos que se importavam, podemos citar: Heráclito, Demócrito, Sócrates, Parmênides, Platão, Aristóteles e os sofistas. Surgiram também os princípios gerais do conhecimento verdadeiro.
Os filósofos modernos e a teoria do conhecimento: Os filósofos modernos ao não aceitarem respostas auxiliadas na graça divina buscaram tarefas a de fim tornar crucial a questão do conhecimento. Logo, a teoria volta-se para a relação entre o pensamento e as coisas.
Bacon e Descartes: Foram filósofos que criaram análise dos preconceitos e
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Já Plantão define linguagem como sendo um remédio, veneno e cosmético.
A força da linguagem: Chaui diz que se pode avaliar a força da linguagem tomando como exemplo os mitos e as religiões. A linguagem tem um poder encantatório, tem o poder de levar os humanos até o interior sagrado.
A outra dimensão da linguagem: As palavras agora são também conceitos ou idéias.
A origem da linguagem: A autora chega a conclusão que a linguagem como capacidade de expressão dos seres humanos é natural, mais a língua é convencional, isto é, surge de condições históricas, geográficas e políticas determinadas, ou seja, fatos culturais.
O que é linguagem? Um sistema de signos ou sinas usados para indicar coisas, para comunicação entre pessoas, expressão de idéias e sentimentos.
Empiristas e intelectualistas diante da linguagem: Para os empiristas, a linguagem é um conjunto de imagens corporais e mentais formadas por associações e repetições e que constituem imagens verbais. Já os intelectuais dizem que a linguagem é apenas tradução auditiva, oral, gráfica ou visível de nosso pensamento e de nossos sentimentos.
Purificar a linguagem: Depois de vários estudos, foi descoberto que a linguagem é profundamente conotativa, e a multiplicidade de sentido dessas palavras e das coisas é sua própria razão de ser.
Crítica ao empirismo e ao intelectualismo: Os estudiosos de psicologia dizem que os empiristas estavam enganados eque a linguagem não é um mero conjunto de imagens verbais,

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