Ascensão dos regimes totalitários

911 palavras 4 páginas
Aula 3 – 25/06 A ASCENSÃO DOS REGIMES TOTALITÁRIOS
A ascensão do Fascismo na Itália
Mesmo estando entre os países vencedores da 1ª Guerra Mundial, a Itália mais parecia uma nação derrotada, devido principalmente, ás inflações, desemprego, fome, greves violentas e a impotência do governo. Todos esses fatores faziam com que o país passasse por uma séria crise econômica, política, social e moral. Operários e camponeses protestavam de forma cada vez mais enfática e violenta, e os latifundiários e os grandes industriais temiam que as Itália mergulha-se em uma revolução comunista, como ocorreu na Rússia.
Para agravar ainda mais a situação, os tratados firmados após a 1ª Guerra Mundial frustraram os italianos, que não conseguiram as vantagens
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Com o ultraconservador Pio XI, papa no período de 1922-1939, Mussolini firmou o Tratado de Latrão, reconhecendo a independência da cidade do Vaticano.
CARACTERÍSTICAS DO FASCISMO:
• Nacionalismo extremado.
• Combate a democracia liberal.
• Repúdio ao marxismo.
• Crença na colaboração entre as classes sociais;
• “Em contraste com o liberalismo e marxismo, o fascismo atacava a tradição racional do iluminismo e exlatava a vontade, o sangue, o sentimento e o instinto.”.
• Exaltaçao do líder. Mussolini era chamado de Duce (comandante).
• Defesa da propriedade privada e dos valores religiosos.
A ascensão do nazismo
Adolf Hitler nasceu na cidade de Braunau, na Áustria, a 20 de abril de 1889. Mau estudante, artista frustrado, Hitler vagava pelas ruas de Viena. Nessa época leu muito sobre arte, história e estratégia militar. Entrou em contato com uma literatura racista, nacionalista e anti-semita.
Participou da primeira guerra mundial e ficou frustrado com a derrota.
Em 1919, ingressou no Partido dos Trabalhadores Alemães. Mais tarde esse partido passou a se chamar Partido Nacional Socialista dos Trabalhadores Alemães (NAZI). Hitler já era respeitado pelos seus companheiros, porém o partido nazista era ainda muito fraco.
Em 1923, aproveitando o descontentamento popular, tentou dar um golpe de estado. Porém, seus planos falharam. Durante o tempo em que esteve na prisão, escreveu a “Bíblia do Nazismo”: Mein Kampf (“Minha Luta”), onde expôs suas teorias racistas.

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