Estado moderno e a sociedade civil nos clássicos da teoria política

1952 palavras 8 páginas
Fichamento

Título: O Estado Moderno e a sociedade civil nos clássicos da teoria política

Carlos Monataño, Maria Lúcia Duriguetto. Estado, classe e movimento social (Cap. 1). São Paulo:Cortez,2010.

Desde a Grécia antiga já se tinha a preocupação de entender o que é Estado e os governos, como governa e quem governa. Platão (Atenas, 429-347 a.C.), distingue três categorias de homens segundo estado da alma: os filósofos (a razão), os guerreiros (a paixão) e os trabalhadores (o apetite), ele acredita que os mais capazes para governar a polis seriam os filósofos que são os pensantes da sociedade. No livro A República ele fala sobre as formas “ boas” e as formas “ más” de governar. Aristóteles (Atenas,
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É por esses motivos que os homens ver a necessidade de se firmar um contrato para firmar regras de convívio social e de subordinação política, pelo qual os poderes e direitos são transferidos para o poder supremo: o Estado. Assim é firmado o pasto da união em que todos se submeterão ao soberano, é inconcebível qualquer recurso contra a legitimidade e a ordem do soberano. Em Hobbes a melhor forma de governo é a monarquia, o soberano é o único poder (legislativo e executivo), a lei é a sua ordem. Jonh Locke (Inglaterra, 1632-1704), os homens viviam em estado de natureza absoluta igual em Hobbes, a diferença é que o possível conflito ameaça a paz natural e justifica a liberdade da posse de bens (a propriedade privada), não sendo objeto de disputa pela força. A existência de ricos ou pobres se da pela força de trabalho, que mais trabalha mais acumula riqueza, assim se justifica a existência de ricos ou pobres. A passagem do Estado de natureza para a sociedade civil ou política se dá para garantir a propriedade privada, o pacto é um consentimento dos indivíduos para a proteção á propriedade. Rousseau (Suíça, 1712-1778), a visão de estado e sociedade civil é radicalmente oposta àquela apresentada por Hobbes e Locke, o Estado é originário do homem, não é o de guerra de todos contra todos, é um estado de feliz e pacífico, pois o homem não tinha necessidades além

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