Antologia poética fernando pessoa

2754 palavras 12 páginas
Antologia Poética

Fernando Pessoa

Elaborado pelos alunos Aurora, Felipe, Thiago, Matheus, Julio, Marcos, Suzana e Isabela, do 3º ano “E”, Prof.ª Jaqueline – Português.

ÍNDICE
1 – Introdução ______________________ p. 7
2 – Biografia ______________________ p. 9
2.1 Fernando Pessoa ___________ p. 11
2.2 Heterônimos _____________ p. 13
3 – Poemas e Análises _______________ p. 15
3.1 I Autopsicografia ______________ p. 17
3.2 II Tão Cedo Passa Quanto Tudo Passa p. 18
3.3 III Análise ___________________ p. 19
3.4 IV Dobre ____________________ p. 20
3.5 V Gato que brincas na rua _______ p. 21
3.6 VI FRESTA______________________ p. 22
3.7 VII – LIBERDADE _________________ p. 23
3.8 VIII
…exibir mais conteúdo…

Os heterónimos, diferentemente dos pseudónimos, são personalidades poéticas completas: identidades que, em princípio falsas, se tornam verdadeiras através da sua manifestação artística própria e diversa do autor original.
Os três heterónimos mais conhecidos (e também aqueles com maior obra poética) foram Álvaro de Campos, Ricardo Reis e Alberto Caeiro. Um quarto heterónimo de grande importância na obra de Pessoa é Bernardo Soares, autor do Livro do Desassossego, importante obra literária do século XX.
Através dos heterónimos, Pessoa conduziu uma profunda reflexão sobre a relação entre verdade, existência e identidade. Este último fator possui grande notabilidade na famosa misteriosidade do poeta.

Poemas e Análises

I - Autopsicografia

O poeta é um fingidor.
Finge tão completamente
Que chega a fingir que é dor
A dor que deveras sente.

E os que lêem o que escreve,
Na dor lida sentem bem,
Não as duas que ele teve,
Mas só a que eles não têm.

E assim nas calhas de roda
Gira, a entreter a razão,
Esse comboio de corda
Que se chama coração.

No poema, a julgar pelo título, estamos perante uma descrição da própria alma. O reconhecimento da dor ou experiência emocional como ponto de partida da criação poética está bem expresso. Porém, a dor que o poeta realmente sente não é aquela que deve surgir na sua poesia. Pessoa

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